segunda-feira, 5 de setembro de 2011

DOIS AMORES

Como pode alguém ser tão diferente assim.
Poderia ser diferente se eu fosse igual.
Mas, sendo diferente de todos me tornei igual.
Estou frágil e inseguro, assim como todo apaixonado, amante eu estou temendo o desconhecido.
Apaixonei-me por uma situação.
Como será isso daqui pra frente?
Tenho medo de perder!
Mas quem?
Eu?
Não consigo parar de pensar, penso em cada um deles como se formassem um só.
Nesse momento, enquanto escrevo, me percebo completamente afetado por um sentimento que a anos eu não sentia.
Sinto-me invadido por um sentimento de leveza, bem estar, alegria, conforto, prazer, bem querer, satisfação...
E o medo?
Aos redores de tudo isso!
Como se nada disso pudesse perdurar por muito tempo.
Será verdade?
De quem é essa voz que me atemoriza?
E porque não pode ser assim?
Se o AMOR é algo tão bom e desejado por todos, porque não pode ser distribuído, compartilhado, vivido e experimentado por mais de um ao mesmo tempo.
Será que por amar esse, este e aquele o amor tornasse mais frágil ou ficaria ainda mais forte?
Pois assim ele estaria multiplicado e não apenas somado.
Mais assim eu estaria amando a todos ou a situação?
Nós amamos alguém ou amamos a situação de estar amando?
O que queremos quando amamos?
O que fazemos DO amor que sentimos?
O que fazemos COM o amor que sentimos?
O que fazemos POR aqueles que amamos?
O que fazemos CONOSCO quando estamos amando?
Do com por conosco?!
Mas o que será isso?
Vou viver, e um dia contarei a vocês, quem sabe vocês queiram me ouvir...

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